Pesquisa aponta que profissionais com deficiência ocupam majoritariamente cargos de base; Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência é lembrado neste domingo, 21
Publciado em OEstado de São Paulo online em 22/09 – por: Por Shagaly Ferreira
Quando a executiva Kátia Regina passou a conviver com uma lesão medular que comprometeu parte dos seus movimentos, há três anos, ela já ocupava um posto de liderança na Nestlé. A gestora havia entrado em 2004 na empresa como estagiária de Recursos Humanos e recebeu diversas promoções na área até chegar ao cargo de diretora de Remuneração e Benefícios, no Brasil.
Temendo o capacitismo (preconceito que subestima a capacidade das pessoas com deficiência), ela imaginou que sua carreira executiva terminaria ali. “Você volta (ao trabalho) e fica se sentindo incapaz, com todos os vieses que a pessoa com deficiência — agora eu entendo — passa. Tive muito medo, e sentia que a minha capacidade intelectual poderia entrar em xeque pelo fato de eu estar em uma cadeira de rodas, apesar de uma coisa não ter nada a ver com a outra.”
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